Andrea Senn
As crianças pequenas com deficiência são, na maioria das vezes, acompanhadas por vários terapeutas e confrontadas com os objetivos terapêuticos destes. Mas onde fica o espaço para a brincadeira espontânea da criança? Muitas vezes, devido à sua deficiência, o jogo destas crianças assume uma forma diferente. Por isso, é ainda mais importante descobrir estes potenciais existentes. Para que a criança os possa continuar a desenvolver, é necessário refletir sobre como a podemos ajudar nesse processo. A mudança de papel do terapeuta para assistente é, neste contexto, fundamental. A voz da criança é o jogo. Deixemos também que as crianças com deficiência se expressem através do seu jogo!